A sinceridade no Brasil foi pela culatra. Quantos não se acostumaram a ser coniventes?!
Com todo o fuzuê social de Belo Monte e da Copa das Confederações pro ano que vem, fico imaginando a multidão feliz com o "progresso" do país.
Para mim, é só outra façanha do governo para com o grande público. E salve o futebol nacional!
Já provamos cinco vezes que somos os melhores do mundo no tal esporte.
Isso pela paixão vaga de ser o povo da pelada, o povo do barzinho à noite, das mulheres dos quadris mais belos...
É uma fórmula de escape.
O desenvolvimento do país é acompanhado por uma máquina vaporosa e célere de lenhadores.
Sim, lenhadores. Somos obrigados a avançar estupendamente nossa mentalidade atormentada por anos de pobreza, miséria e esquecimento.
Será outra Revolução Industrial?! Não dá pra saber porque aqui é aqui. "O país de todos". O da cana, o do café, o do petróleo, o do pré-sal.
A tecnologia nos é enfiada goela abaixo. Mas internet que preste é luxo. Somos todos cesária da mesma barriga pobre. Todos lindos quando sorrimos.
Outra vez uma professora do cursinho de inglês nos disse que quando estava nos estados unidos a passeio, entrou numa loja de presentes e foi perseguida pela vendedora porque a mesma havia percebido que ela "era brasileira".
Aha! Ninguém impressionado. Será que somos reconhecidos como ladrões e putas, ou será que o mercado de trabalho sempre foi poeira escondida debaixo do tapete?!
Em anexo minhas sinceras indignações.
Que se foda a Copa do Mundo.
Água, Espírito, Intuição e Vida
terça-feira, 28 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
"Sobre árvores, flores, pássaros e poetas"
08/03/13
A minha vida é perfeita
Só falta a minha flor que amo muito
E que vive livre por aí
Mas a quero exatamente assim
Livre e feliz.
Serei árvore de raízes profundas
Para quando quiseres repousar à sombra,
que eu te dê meus longos galhos.
Para te respingar meu orvalho
Para que descanses
Respires
E eu te cante
E tu me cantes.
"Quero que surjas em mim como a fé nos desesperados".
Porque quando te vi abrindo as pétalas ao sol
Fiquei cega de amor. E não pude controlar.
Simplesmente tua serena tocha queimava no meu descompromissado coração.
Foi como um tapa (ou um suspiro?) ...
E em dois segundos, era tua.
Mas "os sentimentos não podem ser controlados. Apenas as ações. As ações são pássaros engaiolados. Os sentimentos, pássaros livres que voam ao vento" (alguma coisa assim, Mário Quintana)
Então que pude fazer a não ser me entregar?! A não ser te dar meu banquete, te oferecer meu mel?!
Eu quero sempre lamber as emoções, viver intensamente, sentir no útero cada segundo dessa vida passageira.
Então me joguei de cabeça em você. E te amei em todos os momentos. Ainda te amo desde que começaste a existir dentro de mim.
Te amo por dentro e por fora. Do avesso. Te amo na fúria e na calma.
Te admiro. Me ensinas tantas coisas com as tuas poucas e simples palavras. És a morada do meu prazer.
Não sei como explicar o tanto que gosto do seu rosto, da sua boca, nariz e sobrancelhas. Os olhos então, nem se fala. Não sei de cor o formato porque quando olho para eles, me perco e mergulho na sua alma. Saio do plano físico.
Eu deixarei que ganhes os céus, mas quero que saibas que fui eu que te colhi.
"Teus dedos enlaçarão outros dedos
e tu desabrocharás para a madrugada
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite
Porque eu encostei a minha face
na tua face e ouvi a tua fala amorosa
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só
como os veleiros nos portos silenciosos
Mas eu te possuirei mais que ninguém porque poderei partir
E todas as lamentações do mar
do vento, do céu, das aves, das estrelas
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada." (Vinícius de Moraes)
A minha vida é perfeita
Só falta a minha flor que amo muito
E que vive livre por aí
Mas a quero exatamente assim
Livre e feliz.
Serei árvore de raízes profundas
Para quando quiseres repousar à sombra,
que eu te dê meus longos galhos.
Para te respingar meu orvalho
Para que descanses
Respires
E eu te cante
E tu me cantes.
"Quero que surjas em mim como a fé nos desesperados".
Porque quando te vi abrindo as pétalas ao sol
Fiquei cega de amor. E não pude controlar.
Simplesmente tua serena tocha queimava no meu descompromissado coração.
Foi como um tapa (ou um suspiro?) ...
E em dois segundos, era tua.
Mas "os sentimentos não podem ser controlados. Apenas as ações. As ações são pássaros engaiolados. Os sentimentos, pássaros livres que voam ao vento" (alguma coisa assim, Mário Quintana)
Então que pude fazer a não ser me entregar?! A não ser te dar meu banquete, te oferecer meu mel?!
Eu quero sempre lamber as emoções, viver intensamente, sentir no útero cada segundo dessa vida passageira.
Então me joguei de cabeça em você. E te amei em todos os momentos. Ainda te amo desde que começaste a existir dentro de mim.
Te amo por dentro e por fora. Do avesso. Te amo na fúria e na calma.
Te admiro. Me ensinas tantas coisas com as tuas poucas e simples palavras. És a morada do meu prazer.
Não sei como explicar o tanto que gosto do seu rosto, da sua boca, nariz e sobrancelhas. Os olhos então, nem se fala. Não sei de cor o formato porque quando olho para eles, me perco e mergulho na sua alma. Saio do plano físico.
Eu deixarei que ganhes os céus, mas quero que saibas que fui eu que te colhi.
"Teus dedos enlaçarão outros dedos
e tu desabrocharás para a madrugada
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite
Porque eu encostei a minha face
na tua face e ouvi a tua fala amorosa
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só
como os veleiros nos portos silenciosos
Mas eu te possuirei mais que ninguém porque poderei partir
E todas as lamentações do mar
do vento, do céu, das aves, das estrelas
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada." (Vinícius de Moraes)
sexta-feira, 26 de abril de 2013
O Tal Do Dedo Na Ferida.
Só acho que as pessoas ignorantes riem das coisas. Não pensam nelas.
O que você gosta de transformar em realidade... não é loucura.
Ninguém cresce pra virar Cartoon.
Se você quer ficar milionário, eu não vou ficar velha explicando.
Vai aprender a pensar. Faça isso por amor, e não por raça.
"Quem tem boca fala o que quer". Eu acho não é eu digo.
(ou eu afirmo...)
Acho que quando as pessoas têm preguiça de pensar, têm que aprender a aprender.
Não transforme assuntos em piada.
Ninguém nunca disse nada novo.
E no mais, o mais engraçado é ser louco, rir, dançar, ler, escutar, ter filhos,
ser mulher, ser homem.
Ou você ri de todo mundo ou acho que tá desesperado.
Ninguém tá procurando emprego.
E a gente já tem o que quer.
Tchau,
Linguagem.
O que você gosta de transformar em realidade... não é loucura.
Ninguém cresce pra virar Cartoon.
Se você quer ficar milionário, eu não vou ficar velha explicando.
Vai aprender a pensar. Faça isso por amor, e não por raça.
"Quem tem boca fala o que quer". Eu acho não é eu digo.
(ou eu afirmo...)
Acho que quando as pessoas têm preguiça de pensar, têm que aprender a aprender.
Não transforme assuntos em piada.
Ninguém nunca disse nada novo.
E no mais, o mais engraçado é ser louco, rir, dançar, ler, escutar, ter filhos,
ser mulher, ser homem.
Ou você ri de todo mundo ou acho que tá desesperado.
Ninguém tá procurando emprego.
E a gente já tem o que quer.
Tchau,
Linguagem.
Contos Vagos
Na Lua
"Tu quer uma casa na lua de presente. Eu te dou, mas não tem nada lá.
É só uma bola que gira em torno da Terra"
Marcelo
"Tu quer uma casa na lua de presente. Eu te dou, mas não tem nada lá.
É só uma bola que gira em torno da Terra"
Marcelo
Contos Vagos
"(...)
- Mas não é assim que se fala.
-
- Não é assim, meu amor. A gente pede por favor. É uma palavra chave.
- Hum...
- "Por favor, coloque o fio pra mim." Agora repita.
- Ahh tá, repita!"
terça-feira, 23 de abril de 2013
poesia literal dramática
Afinal, a gente vai se ver na cultura, na globo, na band, na record, nos quadrinhos, no guardaroupa e no sofá.
Ninguém nunca virou a cadeira e sentou pra me explicar o que era a "Iluminação", apesar da busca ser incessante. Dói literalmente ver os computadores evoluindo tanto e a comunicação decaindo como se só na arte pudesse ser exercida.
E cansa literalmente procurar e procurar por respostas que na real estão debaixo do nariz.
Isso é ser sóbrio. Consciente. O ser humano sempre foi um bicho de sete cabeças. Eu entortava a cabeça pra entender.
No merengue eu encontrei os meus passinhos. Passo manso, sim...
(...)
Agora consigo perceber que vivemos todos no "Auto da Barca do Inferno" e isso é deprimente.
Afinal, a gente tá na moda.
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